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Diferença entre Psicólogo Perito e Assistente Técnico nos Processos de Família

Psicólogo Perito ou Assistente Técnico: qual a diferença?

Nos processos de família, especialmente em ações que envolvem disputa de guarda, regulamentação de convivência, alienação parental ou avaliação de capacidade parental, é comum surgir a dúvida:

 

 

Qual é a diferença entre o Psicólogo Perito e o Psicólogo Assistente Técnico?

​   Embora ambos sejam profissionais da Psicologia, suas funções no processo judicial são distintas e exercem papéis complementares na produção da prova técnica. Compreender essa diferença é fundamental para advogados e partes envolvidas no processo.

Juiz e Martelo
Deusa da Justícia

Quem é o Psicólogo Perito Judicial?

O Psicólogo Perito é nomeado pelo Juízo para realizar a perícia psicológica.

Sua função é:

  • Avaliar as partes envolvidas

  • Analisar a dinâmica familiar

  • Aplicar instrumentos psicológicos quando necessário

  • Produzir o laudo pericial

  • Responder aos quesitos formulados pelo juiz e pelas partes

 

O perito deve atuar com imparcialidade, prestando esclarecimentos técnicos diretamente ao Juízo.

A perícia psicológica tem como finalidade subsidiar a decisão judicial, especialmente quando há necessidade de análise técnica sobre vínculos, capacidade parental ou possíveis prejuízos ao desenvolvimento da criança.

Quem é o Psicólogo Assistente Técnico?

O Psicólogo Assistente Técnico é contratado por uma das partes do processo (ou pelo advogado).

Sua função não é substituir o perito, mas:

  • Analisar tecnicamente o processo

  • Elaborar quesitos estratégicos

  • Acompanhar a perícia judicial

  • Avaliar criticamente o laudo pericial

  • Emitir parecer técnico fundamentado

  • Esclarecer aspectos psicológicos relevantes ao advogado

 

O assistente técnico atua como suporte especializado dentro da estratégia processual, garantindo que a prova psicológica seja devidamente analisada sob perspectiva técnica e científica.

Principais diferenças entre Perito e Assistente Técnico
    Psicólogo Perito
* Nomeado pelo juiz 

* Atua de forma imparcial
* Produz o laudo pericial
* Responde aos quesitos do juízo
* Atua em nome do Juízo

Ambos são profissionais habilitados, porém com funções processuais distintas.

É possível ter os dois no mesmo processo?

Sim.

 

Nos processos de família é comum que:

  • O Juiz nomeie um perito psicológico

  • As partes contratem assistentes técnicos

 

Essa dinâmica fortalece o contraditório e amplia a análise técnica da prova produzida.

 

 

Quando contratar um Assistente Técnico?

A contratação é recomendada quando:

  • O processo envolve perícia psicológica

  • Há disputa de guarda

  • Existe alegação de alienação parental

  • O caso envolve avaliação de vínculos afetivos

  • O advogado deseja maior fundamentação técnica

 

A assistência técnica não substitui a decisão judicial, mas contribui para que ela seja tomada com base em análise técnica qualificada.

 

 

A importância da fundamentação científica

A atuação tanto do perito quanto do assistente técnico deve estar baseada:

  • Na legislação processual vigente

  • Nas Resoluções do Conselho Federal de Psicologia

  • Em referenciais teóricos da Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia Jurídica e Teoria do Apego

  • No princípio do melhor interesse da criança e do adolescente (Lei nº 8.069/1990 – ECA)

 

 

A atuação técnica responsável é essencial para preservar os direitos das crianças e a integridade do processo.

Precisa de Assistência Técnica Psicológica?

Se você é advogado(a) atuando em Direito de Família ou está envolvido(a) em processo judicial que envolve avaliação psicológica, contar com acompanhamento técnico especializado pode trazer maior segurança ao caso.

Psicólogo Assistente Técnico
 

* Contratado pela parte

* Atua como suporte técnico da parte

* Produz parecer técnico

* Elabora quesitos e analisa respostas

* Atua em apoio à estratégia processual

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Fale com uma Psicóloga Jurídica especialista em Processos de Família

 A atuação técnica em processos familiares exige experiência prática, conhecimento jurídico e embasamento científico.

Entre em contato para mais informações sobre Assistência Técnica em Processos de Família.

Psicóloga Assistente Técnica em processos de família

Sou Camila Silva Santana, Psicóloga Jurídica – CRP 03/25621, atuante nas Varas de Família, Interdição e Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Bahia.

 

Com ampla experiência em Perícia Psicológica e Assistência Técnica, e formação em Escuta Especializada (Lei nº 13.431/2017), dedico minha atuação a promover uma Justiça mais humana, técnica e sensível.

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Camila Silva Santana Psicóloga Jurídica
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